Efeito ópio

Uns viciados deitados sobre colchões de palavras, e lençóis de verbos que os fazem ser. O veneno de seus versos que percorrem as veias e mancham papeis, fazem ver os micro pedaços de seres que dependem do seu ópio pra sobreviver.

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Papoulas

  • setembro (7)

Efeito ópio

Entregue, sem ambição me obrigo a sonhar.

Reúno forças e prossigo contra subordinação,

deste ócio criativo que me leva a ilusão.

Tal qual como droga me vicia a tentar,

este ópio/utopia que me força a expressar,

sentimentos escondidos, intrínsecos a me dissecar.

Cá estou eu entregue a reabilitação,

do universo criativo menor pena comunhão,

na esperança que este julgo venha a pre-escrever,

para me livrar do óbvio dessa sina que é viver.

ópio?

ópio?
O ópio é uma substancia extraída das papoulas soníferas originada no mediterrâneo e no oriente médio é usado como narcótico e também pela medicina como analgésico, os principais alcaloides são: A morfina, a codeína, a narcotina e a narceina. O ópio provoca dependência no organismo e devido a grave dependência que ele causa, o usuário pode morrer em razão da síndrome de abstinência.

Perfis

  • Maluz
  • Wellington Gabriel

Maluz Medeiros

Não sei se sou, mas faço ideia de mim, do que talvez seja, sei do que até aqui fiz. Nada! Apenas vivi, dia após dia, a cada instante construindo algo destinado a ruir. Se já perceberam me distraio com versos e palavras pra mim são mais que gestos, é o amor pleno que tenho por uma eu mesma. Me trato e destrato, confundo ou deixo tudo muito explicito, faço das ideias e desse espaço o meu veiculo.

Welligton Gabriel

Sou um universo móvel de grande complexidade, capaz apenas, de entender que nada sou além daquilo que posso ser na essência: Eu? Um pouco pragmático, demasiadamente onírico, mas, (modéstia à parte), extremamente equilibrado, mormente, no que tange aos meus conspícuos sentimentos.

“...Minha papoula da Índia,
minha flor da Tailândia,
és o que tenho de suave,
e me fazes tão mal...”

( A montanha mágica ) Legião Urbana.

“Eu não quero ver você cuspindo ódio.
Eu não quero ver você fumando ópio,
Pra sarar a dor.
Eu não quero ver você chorar veneno,
não quero beber o teu café pequeno,
eu não quero isso seja lá o que isso for...”

( ópio ) Zeca Baleiro.

Dependentes

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Foi um prazer... Voltem sempre!

E sem maiores pretensões tudo aconteceu, criamos este blog com intuito de mostrar nossas poesias/poemas, pensamentos, além de tudo sentimentos. Creio que o nosso blogspot tem o poder único e diário de nos tratar, desde o entretenimento de procurar imagens e títulos pra tornar a leitura agradável e atrativa, até a troca de ideias que rola dos que nas nossas linhas bebem e se identifica. Essa é a ideia, essa é a troca! Além de tudo não há maior analista! Somos amigos que temos a característica incomum, as palavras e aqui viemos nos unir e dizer pra vocês sobre o belo seja no amor ou no sofrer, as circunstancias e inconstâncias da vida... É isso dopem-se e provem desse ópio assim como nós! Tenham alucinações adentrem no texto, o respire, o leia e voltem sempre!!!

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